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Neste final de semana li o artigo semanal do sempre excelente Marcelo Nakagawa no Blog do Empreendedor no site do Estadão. O artigo sugere que a gente se empregue em uma startup, mesmo deixando claro que "É muito mais arriscado do que atuar em uma grande empresa, terá que exercer diversas funções e ainda aprender a aplicar diversas novas técnicas sozinho(a), mas fará parte da construção de algo novo e este conhecimento será muito útil em outras organizações."

No artigo, Nakagawa cita quarenta e quatro ferramentas e métodos que são utilizados por empresas inovadoras: AARRR, Aceleradora Corporativa, Agile, Analytics, Bootcamp, Bounce Rate, Business Model Canvas, CAC, CDO, Coinovação, Content Marketing, Corporate Venture, Coworking, Customer Development, Daily Meeting, Deck (Pitch Deck), Design Sprint, Design Thinking, Double Diamond, Dynamic Pricing, Empreendedorismo Exponencial, Fab Lab, Full Stack, Funil de Conversão, Growth Hacking, Hackathon, Inbound Marketing, Inovação Aberta, Iteração (não é interação), Job to be Done (Customer Job), Lean Startup, LTV, Mapa de Empatia, Makerthon, MVP, O2O, OKR, Pivotar, Rapid Prototyping, Scrum, Startup, Teste A/B, UI/UX, Value Proposition Canvas.

Para minha tristeza, eu sei explicar menos da metade destas ferramentas e métodos, e enrolar em mais algumas.

E no mesmo final de semana, vi os classificados de emprego da empresa 4all. Eles estão buscando "desenvolvedor Mobile, desenvolvedor Web, desenvolvedor Back-End NodeJS, desenvolvedor Back-End Java EE, desenvolvedor Full-Stack, desenvolvedor de chat bot, estágio em desenvolvimento, analista de testes automatizados, analista de UX e Product Owner". Para a área administrativa, eles estão atrás de profissionais como Head de CRM/Marketing Digital, Marketing (Facebook/Google Ads), Especialista (Product Owner) em Carteira Digital, entre outros.

Neste mundo de rápida evolução, você, professor, também está evoluindo didaticamente? Neste texto não vou entrar no mérito da necessidade de atualizar também o seu conteúdo, que com certeza é fundamental, mas vou me ater na forma e nas dinâmicas.

Quais estratégias instrucionais você ofereceu aos seus alunos este ano totalmente inovador em relação às turmas anteriores?

Você usa arquivos colaborativos como Google Docs e Google Sheets para os alunos interagirem em tempo real e todos ao mesmo tempo? Ou você ainda acha que o correto é pedir que o aluno desligue o celular ao entrar em sala de aula?

Se você já ouviu, mas nunca aplicou um Flipped Classroom, sabia que o Flipped Flipped Classroom, que na minha opinião é muito mais eficaz porque trabalha o conteúdo 'do concreto para o abstrato', já foi estudado e sugerido por um professor de Stanford nos distantes anos de 2013, quando você ainda nem usava Uber para se locomover?

[Off-topic: se você acha que chamar carro pelos aplicativos do Uber e Cabify é ser moderno, recomendo fortemente que você baixe o aplicativo VAH]

Claro que tudo que estamos falando começa sempre com uma definição clara de Objetivos de Aprendizagem, que para cada público o conteúdo precisa ser customizado, mas precisamos fazer mais (aprendizado) com menos (esforço, custo, tempo), e nos atualizar é fundamental, senão o UX, que no nosso caso é o 'Student Experience', não será otimizado e não oferecemos ao nosso aluno nenhum dos quatro 'Jobs To Be Done'.

Para saber mais sobre flipped flipped classroom, acesse este link de Stanford: http://www.stanforddaily.com/2013/08/05/the-flipped-flipped-classroom/ 

EXPERIÊNCIA DE APRENDIZAGEM
DIRECIONAR O SOM USANDO O PALCO
 

Comentários 1

Sergio Fortes em Quarta, 03 Outubro 2018 12:15

Excelente texto. Pertinente cutucada para quem ensina sempre do mesmo jeito porque mudar é perigoso ou dá muito trabalho, mas reclama por perder espaço e desinteresse da turma.

Excelente texto. Pertinente cutucada para quem ensina sempre do mesmo jeito porque mudar é perigoso ou dá muito trabalho, mas reclama por perder espaço e desinteresse da turma.
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